quarta-feira, novembro 23, 2005

Até porque, quando abre um "tasco" a gente deve sempre ir lá, para provar uns petiscos e discutir sobre a bola...
Tasco de eleição...

sexta-feira, novembro 18, 2005

A pedido especial, cá fica a tua marca...

"daki emanuel nem sequer li a merda do poema mas esoero k vejas o cõmenrtario. obrigado amigo por todas as horas k passamos juntos obrigado por seres a verdade em pessoa obrigado por perderes algumas horas da tua vida a apanhar os meus cacos k nem sabias existirem obrigado por tornares os m0omentos maus em bons obrigado pela tua companhia nos bons porque nunca me faltaste e sei k nao faltaras obrigado acredita k te amo e nao sou gay a força k me deste nao esquecerei e o que me dedicaste custou te algo k adoras fca entre nos o abraço deste sacaninha k nao devanece p.s. poe isto no blog pa toda A GENTE VER sempre teu amigo"
emanuel gomes

Estás bem cá dentro, meu broeiro lindo*

segunda-feira, novembro 14, 2005

Vidros partidos

Sussurra-me palavras amargas.
Renega, o que é meu por direito.
Força! Grita, que não me amas,
Torna este dia ainda mais perfeito...

Os vidros partem,
Manchando o chão com estilhaços de sangue.
Piso, calco, atravesso a sala calejada de dor.
Não dos pés, mas do sofrimento,
Há muito derramado.
Esbanjado, com asas que nunca o quiseram,
Nunca o pretenderam,
Almejaram,
Forçaram...
A tua janela continua partida.
Os vidros continuam espalhados.
Analogia parva descrevi,
Para te explicar,
Que a alma enamorada foi-se. Ficou perdida.
Quando os nossos laços foram quebrados.

Agora...
Agora resta-me limpar o que sobrou...
Não para debaixo do tapete,
(como pretendias!).
O que não presta, é deitado fora,
Junto dos demais inconvenientes, das bijutarias.

Pedro, opus9

Louco...

Amar não é ontem.
Nem depois.
Tem de ser hoje. Sempre. Com força. Muita.

Não te perdi ontem.
Nem depois.
Fugiste hoje. Secretamente. De mim...

Sorrio. Choro. Bato em mim mesmo.
Assim, pancadas duras. Ocas.
Vazias de ti...
...De mim. Falo, berro, grito. Omito palavras loucas.
Culpo o vazio. O cheio. O universo. Culpo-te a ti.
Por não me teres obrigado.
Por não me teres forçado.
Eu queria amar.
Eu quero amar!
Por favor, um tiro.
Já não tenho mais pulsos para cortar.

É este o fado dos incautos.
Dos fracos, dos que vivem de cinzas.
Aqueles que pegam na fruta, mas não compram.
Olham as vitrinas, enquanto adornam os passeios.
Fui desses, dos que te amaram.
Pensaram.
Tocaram.
Cheiraram.
Beijaram (doce, demasiado doce!).
Tremi-te um pouco. Apenas um pouco.
Vou-me assim, de coração gelado. Louco.
Morria por mais sorriso. Morria pelo que fosse...

Pedro, opus 10